Autoavaliação

Comissão de Autoavaliação (2020-2022):

Profa. Dra. Milena Kanashiro (presidente)

Prof. Dr. Renato Leão Rego

Prof. Dr. Jorge Daniel de Melo Moura

Profa. Dra. Marieli Azoia Lukiantchuki

Discente Mestrado Ana Claudia de Souza Santos

Discente Mestrado Barbara Fernandes Westin

Discente Doutorado Bruna Bessa Rocha Yano

Discente Doutorado Isabella Caroline Januário

Egresso Dra. Thamine de Almeida Ayoub Ayub

Egresso Msc. Maysa Pinhata Battistam 

Membro externo Prof. Dr. Renato Tibiriça de Saboya (PósARQ – UFSC)

PORTARIA PPU UEM/UEL 003/2020

O PPU desenvolveu anualmente autoavaliações desde sua implementação em 2012, que possibilitou a sua estruturação até o momento, a obtenção da nota 04 em sua primeira avaliação CAPES e aprovação do curso de doutorado em 2018. Entretanto, em 2020, o programa iniciou a construção do seu Plano do Sistema de Autoavaliação (P.S.A.), objetivando um processo de autoavaliação com método mais sistemático e abrangente, com o envolvimento de docentes, discentes, egressos, funcionários e membro externo.  O P.S.A. é dividido em 5 etapas: (1) Política e preparação; (2) Implementação e Procedimentos; (3) Divulgação de Resultados; (4) Uso dos Resultados; e (5) Metaavaliação.

(1) Política e preparação:

A sensibilização aconteceu através de pré-testes e grupos focais com discentes, egressos e docentes.  As atividades buscaram manter a autonomia de cada equipe, sem a participação de docentes quando necessário, buscando a maior conscientização sobre a importância da cultura de autoavaliação e da certeza de serem ouvidos. A comissão trabalhou em quatro frentes, voltadas para (a) avaliação dos PDIs de ambas as instituições (Prof. Jorge e Profa. Beatriz); (b) sensibilização e autoavaliação dos docentes; (c) sensibilização e autoavaliação dos egressos; e (d) sensibilização e autoavaliação dos discentes.

(2) Implementação e Procedimentos:

Os procedimentos foram organizados a partir de três equipes dedicadas aos egressos, discentes e docentes, por meio de dinâmicas diversas para a construção dos instrumentos de autoavaliação.

No grupo para os egressos foram levantados os seguintes pontos de avaliação: (a) Perfil do egresso, na observação da relação com o motivo do ingresso no programa; (b) Mercado de Trabalho; (c) Disciplinas obrigatórias e eletivas; (d) Linhas de pesquisa; (f) Publicações; (g) Relações Interpessoais; (h) Institucional; e (i) Diploma. A partir das reuniões e dinâmicas foram propostos dois instrumentos, um mais quantitativo, através de questionários, e outro qualitativo, através de mesa de discussão, com presença de discentes e membros da comunidade. Definiu-se que a avaliação dos egressos será realizada a cada dois anos, buscando utilizar amostragens diferentes. 

No grupo para os discentes foram levantados os seguintes pontos de avaliação: (a) a qualidade da associação do programa; (b) qualidade das disciplinas desde os conceitos vinculados à pesquisa e o momento em que elas são ofertadas; qualidade dos trabalhos em disciplina; (c) trabalho em evento; artigo publicado; dissertação ou tese; (d) trabalhos com interface entre pesquisa e extensão; (e) qualidade da orientação; qualidade da transparência de informações apresentadas pela coordenação e coordenação adjunta; (f) qualidade do suporte acadêmico ao discente; qualidade das informações apresentadas pelos funcionários; (g) qualidade das estruturas física das universidades. A partir das reuniões e dinâmicas foram propostos dois instrumentos mais objetivos, questionários, para avaliação anual das disciplinas e de discentes após defesa. Também foi proposto um grupo focal, com discentes voluntários interessados, que avaliem o ambiente em termos mais amplos, buscando detectar aspectos positivos e negativos em relação aos parâmetros acima e produzir autorreflexão. Esse instrumento acontecerá anualmente, podendo ser realizado junto com as mesas de discussão dos egressos bienalmente.

No grupo para os docentes foram estruturadas 11 questões dissertativas. Estas questões almejam um processo formativo e de aprendizagem, cujos focos foram autoavaliações individuais referente a participação, desempenho, contribuição e perfil no programa para sensibilizar e subsidiar uma avaliação qualitativa. As questões foram agrupadas em 3 temáticas gerais: contribuição, atuação e impactos mais significativos entre as 5 dimensões; avaliação sobre a associação do programa; autoavaliação sobre linha de pesquisa e contribuição nas disciplinas, projetos de pesquisa e orientações. Foi proposto o emprego de questionários anuais e reuniões bianuais com o corpo docente, visando estimular a discussão e o espírito de grupo.

(3) Divulgação de Resultados:

O Plano do Sistema de Autoavaliação estará publicado no site do Programa. Os resultados das avaliações de disciplinas e orientações serão divulgados especificamente para os docentes avaliados e para a Comissão de Autoavaliação, que definirá modos de apresentação de dados gerais. Os instrumentos e resultados gerais serão disponibilizados no site do programa. Os resultados da autoavaliação e suas metas serão foco de seminários do programa com a participação de docentes, discentes, egressos e convidados externos.

(4) Uso dos Resultados:

Os resultados das autoavaliações subsidiarão as metas para o planejamento estratégico do programa (segunda fase: 2022-2025), com atenção para o impacto do programa na sociedade local. Outro emprego importante destes resultados é subsidiar a Comissão de Avaliação e Acompanhamento que seguirá o percurso dos docentes nas etapas de recredenciamento e descredenciamento.

(5) Metaavaliação:

A metaavaliação, entendida como a avaliação da autoavaliação, deverá ocorrer após todas as fases do projeto de autoavaliação, junto ao planejamento estratégico do programa (2022). Esta etapa deverá contar com docentes convidados de outros PPGs mais experientes.