Práticas (não) hegemônicas em saúde: uma análise a partir dos Estudos Culturais

Camila Luzia Mallmann, Cristianne Maria Famer Rocha

Resumo


Temos como tema as práticas biomédicas (hegemônicas) e Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (não hegemônicas), que estão presentes no contexto do Sistema Único de Saúde brasileiro. O objetivo é refletir sobre tensionamentos entre as práticas biomédicas e esse conjunto de práticas não hegemônicas que emergem culturalmente e no campo da saúde, a partir das lentes analíticas dos Estudos Culturais. Como percurso metodológico, realizou-se uma breve apresentação do tema e, posteriormente, uma conversa teórica com autores pós-estruturalistas que abordam as temáticas em questão a partir de aspectos da cultura, com o uso da pesquisa exploratória qualitativa. Esse estudo fortaleceu a importância de pensarmos a produção de saúde como algo criado, construído em cada tempo/ lugar/contexto, bem como da importância de se pensar que, mesmo que modelos teóricos busquem delimitações, o que encontramos enquanto cuidados de saúde são práticas borradas, ou seja, o consumo cultural da saúde é amorfo e seus significados são construídos por quem os consomem.

Palavras-chave


Sistema Único de Saúde; Práticas biomédicas; Práticas integrativas e complementares; Estudos culturais.

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DOI: http://dx.doi.org/10.5433/1679-0383.2017v38n1p51

Semina, Ciênc. Soc. Hum.

email: seminahumanas@uel.br
E-ISSN: 1679-0383

DOI: 10.5433/1679-0383


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