Índice de prontidão a tecnologia: um estudo sobre as dimensões positivas e negativas em relação as fintechs

Leandro Cearenço Lima, Fabrício Ziviani, Fabio Corrêa

Resumo


Introdução: As novas possibilidades abertas pela tecnologia da informação e introduzidas pelas FinTechs, promovem, a evolução digital no segmento bancário, sobretudo, em plataformas digitais e de aplicações moveis. Objetivo: Analisar o índice de prontidão à tecnologia entre os usuários de Fintechs e verificar as dimensões positivas e negativas desta relação. Metodologia: A pesquisa tem natureza descritiva com abordagem quantitativa, em que, os testes foram aplicados a usuários de FinTechs via questionário para medir o índice de prontidão à tecnologia. Resultados: A rigor, foi possível analisar e confirmar a importância dos itens significativos para a formação do índice de prontidão dos usuários em relação às FinTechs. A pesquisa ressalta ainda que as dimensões positivas foram superiores às negativas nessa relação. Conclusões: Evidencia-se que os indivíduos são abertos e positivos em relação às FinTechs, o que denota alto índice de prontidão, pois em sua maioria são otimistas e inovativos. No entanto, quanto a dimensão negativa, conclui-se que ainda existe desconforto e insegurança em relação ao uso de novas tecnologias no segmento financeiro.


Palavras-chave


Fintech; Tecnologia Financeira; Índice de Prontidão a Tecnologia

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DOI: http://dx.doi.org/10.5433/1981-8920.2019v24n2p211

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