A hegemonia da mídia televisiva e o ensino de história

Cássia Rita Louro Palha

Resumo


Pensamos o ensino de História hoje é, antes de tudo, ampliarmos nossos horizontes para as múltiplas instâncias através das quais a educação se materializa na tessitura social, de forma muitas das vezes bem mais socializadora que o ensino institucionalizado, como o caso da mídia televisiva. O presente artigo visa abordar a pedagogia mediática televisiva enquanto poderosa formadora de opinião das sociedades modernas e das implicações desse exercício de hegemonia frente à formação de nossos alunos e à construção do conhecimento histórico.


Palavras-chave


Mídia televisiva; Hegemonia; Ensino de história.

Texto completo:

PDF

Referências


BOURDIEU, Pierre. Sobre a Televisão. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1997.

BOURDIEU, Pierre. O Poder simbólico. São Paulo: Difel, 1989.

ECO, Humberto. Apocalíptico e integrado. São Paulo: Difel, 1991.

FERRÉS, J. Televisão subliminar: socializando através de comunicações despercebidas. Porto Alegre: Artmed, 1998.

FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. 17. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987.

GRAMSCI. A. Concepção dialética da história. 10. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1991.

IANNI, O. O príncipe eletrônico. Revista Primeira Versão, Campinas, n. 78, 1998.

NORA, P. O retorno do fato. In: NORA, P. História: novos problemas. 2. ed. Rio Janeiro: Francisco Alves, 1979.

SABOGA, H.; FONTES, V. Escola, televisão e cidadania. À margem. Rio de Janeiro, v.2, n.14, jun. 1994.

SODRÉ, M. O monopólio da fala: função e linguagem da televisão no Brasil. Petrópolis: Vozes, 1977.

SODRÉ, M. Reinventando a cultura: a comunicação e seus produtos. Petrópolis: Vozes, 1986.




DOI: http://dx.doi.org/10.5433/2238-3018.2001v7n0p9

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


Licença Creative Commons
Esta obra está licenciada sob uma licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional.

Hist. Ensino
E-Issn: 2238-3018
DOI10.5433/2238-3018
E-mail: labhis@uel.br