A oficina da história é como uma marcenaria

Gilmar Arruda

Resumo


Neste artigo comparo o ofício de marcenaria, suas formas de aprendizagem e regras de confiabilidade com o ofício do historiador, seu aprendizado e as regras de validação dos resultados. A intenção é reafirmar a história como um ofício com métodos, regras de execução e critérios de validação dos resultados.


Palavras-chave


História e historiadores; Ofício da história; Conhecimento histórico.

Texto completo:

PDF

Referências


ARENDT, H. A condição humana. Rio de janeiro: Forense Universitária, 1983

ARENDT, H. Entre o passado e o futuro. São Paulo: Perspectiva, 1988.

FALCON, F. J. A identidade do historiador. Estudos Históricos, Rio de Janeiro, v. 9, p. 7-31, 1996.

GADDlS, J. Paisagens da história: como os historiadores mapeiam o passado. Rio de Janeiro: Campus, 2003.

HOBSBAWM, E. Sobre a história. São Paulo: Cia das Letras, 1998.

JENKINS, K. A história repensada. São Paulo: Contexto, 2001.

LASCH, C. A cultura do narcisismo: a vida americana numa Era de esperança em declínio. Rio de Janeiro: lmago, 1985.

WILLIANS, R. O campo e a cidade. São Paulo: Cia das Letras, 1990.




DOI: http://dx.doi.org/10.5433/2238-3018.2004v10n0p115

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


Licença Creative Commons
Esta obra está licenciada sob uma licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional.

Hist. Ensino
E-Issn: 2238-3018
DOI10.5433/2238-3018
E-mail: labhis@uel.br