Confronto: necessidade de modernização tecnológica e gestão das indústrias de confecção em Londrina

José Barreira

Resumo


Mão-de-obra “qualificada" fora dos países centrais. A América Latina representa perto de 1% nas exportações de roupas para o mercado internacional, embora haja uma crescente participação dos países da América Central como fornecedores para o mercado dos Estados Unidos da América. Os trabalhadores da Guatemala, de Honduras, do México são os mais desejados. As limitações na formação e qualificação da mão-de-obra neste ramo carregam uma herança histórica impressa numa antiga prática do "putting-out" na Inglaterra ou verlag na Alemanha do século XVI: qual seja a nossa contemporânea instituição denominada de facção, uma divisão técnica do trabalho realizado fora dos muros dos mais variados tipos de manufaturas, ou seja, tarefas encaminhadas para serem feitas fora da grande unidade fabril, e também fora do país. Ao refazer o perfil de sua atuação local, o SENAI pode estar interpretando a manifestação de uma possível divisão espacial do trabalho com forte presença dos ramos têxtil e de confecção no Norte e Noroeste do estado. A precisão das suas escalas possibilita uma reprodução uniforme dos modelos em quaisquer dos tamanhos requeridos pelo mercado de uma referida fábrica.


Palavras-chave


Sub-contratação de mão de obra; Formação de mão-de-obra.

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DOI: http://dx.doi.org/10.5433/2447-1747.1999v8n1p49

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