Escuta clínica em um ambulatório de genética: uma experiência extensiva

Isadora Veiga Assunção, Emanuele Aparecida Paciência Gomes, Susane Vasconcelos Zanotti, Fernanda Ribas Moura Rezende, Isabella Lopes Monlleó

Resumo


O trabalho busca relatar uma prática extensionista em um Hospital Universitário que teve como objetivo ampliar as ações no cuidado a pessoas com defeitos congênitos (DC) no SUS. Para tanto, apresenta-se a experiência de estudantes de psicologia em ambulatório de genética, ao associar à prática médica ambulatorial a escuta clínica. Discute-se neste artigo a importância da prática extensiva na atenção a pacientes com DC e seus familiares, decorrente da necessidade da interlocução entre medicina e psicologia na clínica contemporânea. Os resultados delimitaram os desafios enfrentados pelas estudantes e os efeitos da prática extensionista em serviço de genética clínica: estabelecimento de um espaço de fala e escuta; complexidade das condições genéticas; problemática do acompanhamento psicológico em serviço ambulatorial; e implicações na formação em Psicologia. Ressalta-se, por fim, a pertinência das reflexões teórico-clínicas acerca de uma primeira experiência de escuta clínica em sua dupla vertente: como dispositivo tanto terapêutico quanto formativo.


Palavras-chave


escuta clínica; psicanálise; prática extensiva; hospital universitário; defeitos congênitos

Texto completo:

PDF

Referências


Alves, E. (2012). A morte do filho idealizado. Mundo da Saúde, 36(1), 90-97.




DOI: http://dx.doi.org/10.5433/2236-6407.2020v11n3p218

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


Licença Creative Commons
Esta obra está licenciada sob uma licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional.

Estud. Interdiscip. Psicol.
E-mail: revistaeip@uel.br
E-ISSN: 2236-6407
DOI: 10.5433/2236-6407 

 Esta obra está licenciada com uma licença Attribution 4.0 International (CC BY 4.0)