Braços erguidos e a fabricação do gesto: a imagem como dispositivo disciplinar no interior do MST

Anna Maria Dias Vreeswijk

Resumo


Este artigo analisa a fabricação de um gesto característico dos sem-terra ligados ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST): o braço erguido (seja com as mãos cerradas, seja segurando um facão, um machado ou uma foice). Investiga como a direção do MST utilizou um conjunto de imagens publicadas no Jornal dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, vinculado ao Movimento, para instituir este gesto entre os sem-terra. Para isso, esta pesquisa utiliza o conceito de disciplina de acordo com Michel Foucault (1987), em seu livro Vigiar e Punir, no qual o autor aborda a disciplina como método de controle de determinado grupo de indivíduos.

 

 


Palavras-chave


Análise Semiótica. MST – Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra. Discurso Imagético. Disciplina.

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DOI: http://dx.doi.org/10.5433/1984-7939.2009v5n7p143



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DOI: 10.5433/1984-7939

EISSN: 1984-7939

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