Quando o coletivo alcança a fotografia

Eduardo Queiroga

Resumo


O artigo se propõe a diferenciar as práticas dos “coletivos fotográficos contemporâneos” – que surgem com maior intensidade no início do século XXI – em relação a outras experiências que agruparam fotógrafos ao longo da história, em especial os fotoclubes, as agências e o projeto de documentação Farm Security Administration. Observa também a atuação dos fotógrafos Endre Friedman, Gerda Taro, Hilla e Bernard Becher.

Palavras-chave


Fotografia. Coletivo fotográfico contemporâneo. Agência fotográfica. Fotoclube.

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DOI: http://dx.doi.org/10.5433/1984-7939.2017v13n22p130

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DOI: 10.5433/1984-7939

EISSN: 1984-7939

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