Mil horas para quê? A prática como componente curricular na Licenciatura em História

Álvaro Pereira do Nascimento

Resumo


O artigo analisa as resoluções governamentais que reorientam os cursos de licenciatura, descreve a realidade existente até aquele momento e as dificuldades encontradas para efetivá-las e finalmente sugere maior diálogo dos historiadores das áreas mais consagradas com a produção acadêmica dos seus colegas do Ensino de História.

Palavras-chave


Ensino de História. Componente Curricular. Licenciatura. Prática e Teoria do Ensino.

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DOI: http://dx.doi.org/10.5433/1984-3356.2013v6n12p35



Antíteses
Londrina/PR - Brasil
ISSN: 1984-3356

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