Ensino de leitura e apropriação dos saberes pela didática da leitura subjetiva em “Nenhum peixe aonde ir” (2006), de Marie-Francine Hébert

Izabel Cristina Marson, Luciana Brito

Resumo


Este artigo apresenta a didática da leitura subjetiva a partir de trabalho docente sobre o livro infantil Nenhum peixe aonde ir, de Marie-Francine Hébert, 2006, que integra o acervo do Programa Nacional Biblioteca na Escola (PNBE). O trabalho aqui apresentado versa sobre a didática da leitura subjetiva, implementada na França no início do século XXI; e proposta de plano de trabalho com Nenhum peixe aonde ir, de Marie-Francine Hébert, 2006, enfatizando a depreensão dos saberes literários pela escrita de diários de leitura em sala de aula. Partimos da temática dos “conflitos sociais”, com o intuito de trilhar possibilidades de ensinar a ler literatura em sala de aula, para turmas do Ensino Fundamental II, 6º ano, por meio de elementos que revelam a subjetividade do leitor, bem como sua competência estética (Rouxel 2014: 28). O trabalho justifica-se pela subjetividade da leitura estar inserida de forma constitutiva no ato de ler, como questão contextual, sociocultural e identitária do leitor em formação (Jouve 2013; Petit 2008).

Palavras-chave


Didática da leitura subjetiva; Ensino de leitura; Literatura infantil; Diário de leitura

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DOI: http://dx.doi.org/10.5433/1678-2054.2016v31p44

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Publicação do Programa de Pós-graduação em Letras da Universidade Estadual de Londrina.  


ISSN: 1678-2054

QUALIS - CAPES 2013-2016: Letras/Linguística: B1 ; Educação: B2

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