A lógica do dinheiro e a cidade moderna em Os ratos

Márcia Helena Saldanha Barbosa, Mauro Gaglietti

Resumo


Examina-se o romance Os ratos, de Dyonélio Machado, tendo em vista a crítica da modernidade empreendida por Georg Simmel, no contexto de uma economia monetária desenvolvida, socializante e agregadora das ações cotidianas. Do mesmo modo que a cidade é o centro da circulação do dinheiro, ela é lugar propício para a atitude blasé, a indiferença diante de tudo e todos, que resulta em uma desvalorização de tudo e todos, e, por fim, no sentimento de depreciação da própria individualidade. Assim, viver na cidade grande supõe a adoção de estratégias de sobrevivência.

The novel Os ratos, by Dyonélio Machado, is analyzed according to Georg Simmel’s criticism of modern culture, in the context of a developed socialized monetary economy, as a gathering of daily actions. As much as cities are the monetary circulating center, they are also the proper scenario for a blasé attitude, the indifference towards everything and everyone, which causes the devaluation of everything and everyone, and at the end causes the depreciation of one’s own individuality. Therefore, living in the big cities implies in using surviving strategies. 


Palavras-chave


ficção; Dyonélio Machado; atitude blasé; cidade moderna; fiction; blasé attitude; modern cities

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DOI: http://dx.doi.org/10.5433/1678-2054.2008v12p16

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Publicação do Programa de Pós-graduação em Letras da Universidade Estadual de Londrina.  


ISSN: 1678-2054

QUALIS - CAPES 2013-2016: Letras/Linguística: B1 ; Educação: B2

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