Os Cronistas e as Mulheres na Segunda Metade do Século XX

Luiz Carlos Santos Simon

Resumo


A mulher, presença constante na crônica brasileira da segunda metade do século XX, é quase sempre vista por olhos masculinos, pois autoras como Rachel de Queiroz e Clarice Lispector desfrutam de destaque, mas não da mesma projeção que os cronistas homens. O intento deste artigo é apreciar retratos de mulheres esboçados em crônicas de Rubem Braga, Antônio Maria e Luis Fernando Verissimo. A representação feminina é examinada a fim de verificar como a perspectiva oscila da preservação do domínio masculino ao reconhecimento de direitos e peculiaridades da mulher, investigando o extravasamento lírico, que se aproxima ora do controle ora de um discurso libertário.  Woman, a constant presence in Brazilian chronicle written in the second half of the 20th century, is almost always seen by male view, since female writers as Rachel de Queiroz and Clarice Lispector are detached in the genre but less outstanding than male writers. The aim of this essay is to appreciate women portraits drawn in chronicles written by Rubem Braga, Antônio Maria and Luis Fernando Verissimo. This depiction of woman is examined in order to check how the perspective oscillates from maintenance of male domination to recognition of women’s rights and singularities, analyzing the lyrical overflow, which keeps close to control and to a liberation discourse

Palavras-chave


crônica; Antônio Maria; Rubem Braga; Luis Fernando Verissimo; chronicle

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DOI: http://dx.doi.org/10.5433/1678-2054.2006v7p61

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Publicação do Programa de Pós-graduação em Letras da Universidade Estadual de Londrina.  


ISSN: 1678-2054

QUALIS - CAPES 2013-2016: Letras/Linguística: B1 ; Educação: B2

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