Paixão e Discurso: por que sentimos o que sentimos?

João Carlos Cattelan

Resumo


Este estudo pretende, mais do que apresentar considerações finais e cabais sobre um objeto de estudo quantitativamente significante, formular e dar uma base de demonstração à hipótese de que de sentimos o que sentimos movidos pela formação ideológica e discursiva a que pertencemos. Parece bem assentado que pensamos à luz da formação ideológica que nos açambarca; também parece inegável que dizemos o que nossa formação discursiva determina. A hipótese que desejo assentar de uma forma relativa é que os nossos afetos e as nossas paixões também são movidos e vividos à luz da formação que estabelece os limites para as possibilidades da “nossa” sensibilidade afetiva.


Palavras-chave


Discurso; Sensibilidade; Paixão; Injunção.

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DOI: http://dx.doi.org/10.5433/2237-4876.2009v12n2p61



Signum: Estudos da Linguagem
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ISSN: 2237-4876