Simplicidade e singularidade: arte “virgem” na concepção de Mário Pedrosa

Giovana Caires Motta, Marta Dantas

Resumo


 

No início do século XX, a expressão artística de pacientes de hospitais psiquiátricos passou a ser alvo de interesse e estudo. Na década de 40, Mário Pedrosa, um importante crítico de arte brasileiro, analisou a produção plástica de um grupo de pacientes do Centro Psiquiátrico Pedro II e defendeu o valor estético da mesma. O objetivo desta pesquisa, portanto, é analisar a visão de Mário Pedrosa frente a essas produções, bem como as teorias e conceitos que contribuíram para a sua concepção de arte “virgem”, sem perdermos de vista o contexto histórico favorável à legitimação dessas produções.

 


Palavras-chave


Mário Pedrosa; Arte “virgem”; Criação; Arte/loucura.

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DOI: http://dx.doi.org/10.5433/1679-0383.2008v29n1p75

Semina, Ciênc. Soc. Hum.

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E-ISSN: 1679-0383

DOI: 10.5433/1679-0383


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