Sechiisland: arte e cotidiano de uma ilha imaginária

Rodrigo Emanoel Fernandes, Marta Dantas

Resumo


 

O artista plástico José Roberto Sechi tornou-se uma figura representativa no cenário da rede internacional de Arte Postal (Mail Art), na qual artistas do mundo todo utilizam o sistema dos correios como suporte para criação e distribuição artística. De seu trabalho como artista postal e de seu desejo de (re)construir sua identidade enquanto artista e ser humano, Sechi pouco a pouco transformou sua casa, localizada num bairro carente da cidade Rio Claro-SP, num centro cultural alternativo, com um significativo acervo de obras catalogadas, espaço para exposições de artistas inseridos nos movimentos experimentais contemporâneos, biblioteca de referência e espaço para encontros. Batizando sua criação de Sechiisland (Ilha Sechi), o artista a define como uma ilha imaginária, que tornou-se uma referência – tão ou mais importante que uma instituição oficializada – para um enorme número de artistas postais do mundo todo. No presente artigo, pretendemos realizar uma primeira aproximação/leitura desse espaço, com o objetivo de evidenciar um processo deliberado de criação de um cotidiano alternativo, entendendo a Sechiisland como uma imagem poética passível de ser lida e apropriada como uma obra de arte em processo, em seu aspecto físico e concreto e/ou em sua representatividade virtual.


Palavras-chave


Arte Postal; Sechiisland; Cotidiano Alternativo; Artes Plásticas; País Imaginário; Poesia Visual.

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DOI: http://dx.doi.org/10.5433/1679-0383.2008v29n1p23

Semina, Ciênc. Soc. Hum.

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E-ISSN: 1679-0383

DOI: 10.5433/1679-0383


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