A eterna busca pela justiça: de Aristóteles a Chaim Perelman

Juliane Caravieri Martins Gambá, Zélia Maria Cardoso Montal

Resumo


 

Na busca da Justiça, deve-se utilizar da eqüidade, cujas raízes remontam à Antigüidade, e da lógica do razoável, proposta por Chaim Perelman na obra Ética e Direito, como instrumentos norteadores da aplicação das normas aos casos concretos. É preciso garantir um convívio social justo e equilibrado numa sociedade em crescente e acelerada evolução, porém as leis nem sempre conseguem acompanhar, então é necessário que os intérpretes do Direito se utilizem de valores éticos. A Justiça é uma aspiração do ser humano que procura encontrar aquela Justiça possível de ser concretizada, e o Direito é um vetor na consecução deste objetivo, mediante o estabelecimento de regras de conduta que garantam a paz e a harmonia social. Porém, a Justiça é uma idéia inacabada, uma vez que a sociedade está sempre em constante transformação e evolução, e busca aprimorar o que considera como justo e bom.


Palavras-chave


Justiça; Ética; Lógica do razoável; Interpretação.

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DOI: http://dx.doi.org/10.5433/1679-0383.2008v29n1p3

Semina, Ciênc. Soc. Hum.

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E-ISSN: 1679-0383

DOI: 10.5433/1679-0383


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