Considerações acerca da teoria dos modos na ética de Spinoza

Emanuel Angelo da Rocha Fragoso

Resumo


A dificuldade particular da teoria spinozista dos modos. A definição de modos conforme a definição V do livro I da Ética. A caracterização dos modos como dependentes ontológicos da substância e sem autonomia. A teoria dos modos como abrangendo todas as coisas que não podem existir nem serem concebidas sem Deus. A definição dos modos infinitos imediatos como resultantes necessários da natureza absoluta de Deus ou da natureza absoluta de qualquer atributo de Deus, sem o concurso de outras circunstâncias. A definição dos modos infinitos mediatos como resultantes de qualquer atributo de Deus, enquanto é afetado por um modo infinito imediato. A definição dos modos finitos como afecções dos atributos de Deus ou como as coisas singulares que percebemos no tempo e no espaço com existência empírica, finita e determinada. A definição dos corpos como sendo apenas as determinações particulares do atributo infinito extensão e os entendimentos finitos são apenas modos do atributo infinito pensamento que não podem ser identificados com a substância absolutamente infinita ou Deus.

 

 


Palavras-chave


Modos; Ética; Spinoza.

Texto completo:

PDF


DOI: http://dx.doi.org/10.5433/1679-0383.2001v22n1p35

Semina, Ciênc. Soc. Hum.

email: seminahumanas@uel.br
E-ISSN: 1679-0383

DOI: 10.5433/1679-0383


Este obra está licenciado com uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional

 

SalvarSalvarSalvarSalvar