A arte de Joseph Beuys e a visão de Andreas Huyssen na pós-modernidade

Eduardo Portanova Barros, Lívia Garcez de Oliveira Padilha

Resumo


Este artigo tem como objetivo apresentar reflexões sobre a arte na pós-modernidade - que estimula uma leitura da ambivalência entre técnica e estética - por meio de duas obras “ambientalistas” do artista plástico Joseph Beuys e do olhar crítico, mas de cunho compreensivo, do ensaísta alemão Andreas Huyssen. O enfoque é o paradoxo entre a arte dita culta ou de vanguarda (?) e a sua possível massificação (?). Estas duas expressões – vanguarda e massificação - ainda se sustentam na paisagem pós-moderna? Ou percebe-se um redirecionamento da sensibilidade em direção àquilo que nos toca pela afetividade? Consideramos, por meio da fenomenologia, que se enfrenta, em tempos pós-modernos, um permanente estado de tensionamento artístico, o que estimula uma visão mais relativista do que categórica da cultura no século XXI.


Palavras-chave


Pós-modernidade; Beuys; Huyssen

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DOI: http://dx.doi.org/10.5433/1679-0383.2012v33n1p61

Semina, Ciênc. Soc. Hum.

email: seminahumanas@uel.br
E-ISSN: 1679-0383

DOI: 10.5433/1679-0383


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