Condições de assistência à gestante e parturiente como fator do risco perinatal

Alexandrina Aparecida Maciel, Ana Cristina D’Andretta Tanaka

Resumo


Analisa os principais agravos ocorridos no pré-natal, trabalho de parto, parto e na assistência imediata ao recém-nascido, buscando fatores do risco que estejam interferindo na saúde perinatal. Trata-se de estudo prospectivo de uma amostra de puérperas e conceptos natimortos e nascidos vivos, até o 2° dia de vida destes últimos. A população constituiu-se de 230 puêrperas e 232 conceptos. Os dados foram obtidos através de entrevista individual com as puérperas e de levantamento de informações contidas nos prontuários materno o do recém-nascido (RN). A incidência de patologias maternas que pudessem acarretar riscos para o feto durante a gestação como agravo à saúdo foi baixa, não constituindo risco gestacional. A mesma colocação não pode ser feita em relação ao momento do parto. Todo ele, desde a internação ató o próprio parto, foi cercado de vários riscos, tanto de óbito como de morbidade. Apesar da casuística pequena, observou-se um óbito materno e as duas principais patologias do recém-nascido foram a dificuldade respiratória e os traumatismos de parto, sempre maiores na instituição 2. A variável baixo peso ao nascer como risco associado á presença de patologias no RN, constituiu um risco menor do que o representado pela má qualidade da assistência prestada à parturiente, demonstrando que mãe e filho, foram expostos a riscos maiores, durante a internação hospitalar.



Palavras-chave


Assistência; Risco perinatal; Saúde materna.

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DOI: http://dx.doi.org/10.5433/1679-0367.1999v18n2p25

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