Pediculose em excepcionais: tratamento não iatrogênico

Mariza Helena Mendonça Muarrek, Angela de Alencar A. Façanha, Andréia Faiçal, Celso Konda, Eduardo Crivelari Baisch, Eduardo Crivelari Baisch, Leonardo Barbi, Regina M. G. Ginde, Renata M. Muarrek, Ricardo Faissal Mendonça Muarrek, Salete Yatabe, Margareth A. Andrade

Resumo


Os autores apresentam um trabalho multidisciplinar realizado por docentes o discentes de Medicina & Enfermagem da Universidade Estadual de Londrina, na Escola Especial Santa Rita da Associação de País e Amigos dos Excepcionais de Londrina, em 1990. Foram atendidos no ambulatório do Hospital Universitário Regional do Norte do Paraná 141 excepcionais são detectados 35 casos (24,83%) de Pediculose. Optou-se por um esquema terapêutico fácil, viável, barato o menos iatrogênico possível. Os resultados observados nas visitas domiciliares e nos retornos ambulatoriais mostraram eficácia do tratamento em todos os casos, sem efeitos colaterais.



Palavras-chave


Pediculosis capitis; Dermatozoiases; Ectoparasiloses.

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DOI: http://dx.doi.org/10.5433/1679-0367.1992v13n2p96

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