O espaço físico e a qualidade de vida em favelas de Londrina – PR

Nélio Roberto dos Reis, Márcia Sueli Cavichioli, Mariléia Biazon

Resumo


Tendo a ecologia humana o homem como centro de interesse nas suas relações com os animais, vegetais e o meio físico, objetivamos com este trabalho tomar conhecimento do espaço, qualidade das moradias e dados a respeito do percentual etário, profissões exercidas e renda familiar dos favelados. Em sete meses de coleta em seis favelas na área metropolitana de Londrina, vimos que a população de 772 pessoas ocupa casas de 27,6m2 com 2,6 cômodos, onde vivem em média 5,1 pessoas. Os indivíduos abaixo de 25 anos representam 68,3% da população e 63% de toda a comunidade trabalha como bóia-fria. Sessenta por cento recebe menos de três salários mínimos. Uma boa atitude seria a de se dar melhores condições de trabalho e bem estar aos favelados, que constituem parte integrante da população, e aperfeiçoar suas condições de vida na própria favela, em vez de mudá-los para outro local.



Palavras-chave


Favela; Favelados; Qualidade de vida.

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DOI: http://dx.doi.org/10.5433/1679-0367.1989v10n2p111

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