Estudo comparativo de excipientes em diferentes técnicas de preparação de comprimidos de cloridrato de propranolol

Marcela Maria Baracat, Marlene Maria regonezi Nery, Edilaine de Freitas Gouveia, Luciana Meneguelli, Silvia Michico Hizuka, Cinara Maistro Mamprim

Resumo


A hipertensão arterial sistêmica (HAS) é um dos mais importantes fatores de risco cardiovascular uma vez que contribui, mundialmente, com mais de 500 mil casos de acidentes cerebrovasculares (AVC), 150 mil mortes por hemorragia cerebral e aproximadamente um milhão de infartos de miocárdio (IAM). No Brasil estima-se que cerca de15% dos indivíduos adultos possam ser rotulados como hipertensos. A hipertensão pode ser prevenida com a mudança no estilo de vida, embora na maioria dos casos se faça necessário o tratamento farmacológico. O cloridrato de propranolol é o fármaco de escolha para hipertensos idosos que tiveram infarto prévio do miocárdio. Os comprimidos podem ser preparados por três técnicas de fabricação diferentes. A técnica de granulação úmida é a mais comumente utilizada. Com o avanço de novos excipientes disponíveis no mercado para as Indústrias Farmacêuticas, tornou-se possível o emprego de técnica mais simples e econômica, melhorando a estabilidade física e química do produto, atingin do o objetivo de obter medicamentos eficazes e seguro. O objetivo deste trabalho foi desenvolver formulações de cloridrato de propranolol variando-se os excipientes e técnicas de fabricação. Os mesmos foram armazenados em estufa a 37 e50ºC com 90 % UR durante 90 dias e analisados em intervalos de tempo preestabelecidos. As formulações foram avaliadas em função dos aspectos físicos e físico-químico.

 

 


Palavras-chave


Cloridrato de propranolol; Comprimido; Granulação via úmida; Compressão direta.

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DOI: http://dx.doi.org/10.5433/1679-0367.2001v22n1p19

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