Shiitake, um cogumelo mutagênico ou antimutagênico?

Cíntia Kaori Miyaji, Ilce Mara de Syllos Cólus

Resumo


Desde a antigüidade, os cogumelos vêm sendo consumidos pelos povos orientais devido às suas  propriedades medicinais e comestíveis e ao longo dos anos tem-se observado um aumento gradativo no consumo também nos países ocidentais, inclusive o Brasil. No entanto, ainda há dúvidas quanto aos benefícios ou prejuízos à saúde, decorrentes do uso destes cogumelos pelas populações humanas. Entre os cogumelos muito apreciados na culinária brasileira, destaca-se o Shiitake (Lentinula edodes (Berk.) Pegler), um dos fungos comestíveis mais estudados quanto às suas propriedades funcionais e nutricionais. Já se tem conhecimento sobre várias atividades deste basidiomiceto superior, como antitumoral, antiviral, bactericida, regulador da homeostase e do biorritmo. No entanto, poucos trabalhos abordam suas propriedades mutagênicas e antimutagênicas em organismos procariontes e eucariontes e o conhecimento dessas propriedades biológicas são importantes para que um produto seja recomendável como alimento e/ou medicamento. Dessa forma, é prematura sua recomendação para a saúde humana, pois é necessário, para isso, a ampliação de estudos sobre as atividades mutagênicas e antimutagênicas do cogumelo Shiitake ou de seus compostos ativos.

 

 


Palavras-chave


Cogumelo comestível; Shiitake; Mutagenicidade; Antimutagenicidade.

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DOI: http://dx.doi.org/10.5433/1679-0367.2001v22n1p11

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