Flora bacteriana nasal: estudo entre médicos residentes dos Hospitais Universitários de Londrina – Paraná

Zenshi Heshiki, Regina Mariuza Borsato Quesada, Rosana Emiko Heshiki, Daniela Matsunaga Joaquim, Lucinda Giampietro Brandão

Resumo


As publicações sobre a flora bacteriana nasal em pessoas normais são poucas e a maioria foi realizada em países de clima temperado. O objetivo é identificar esta flora entre os médicos residentes dos hospitais da Universidade Estadual de Londrina. A coleta foi realizada com zaragatoa, e a identificação dos germes utilizou-se do método descrito anteriormente. O material consiste de 88 residentes e os resultados são apresentados em forma de tabelas. Podemos afirmar que a maioria dos médicos residentes dos Hospitais universitários de Londrina é portador de mais de 2 germes patogênicos na fossa nasal, com alta resistência aos antibióticos testados, como a penicilina (29%), eritromicina (19 %), terramicina 12%, cloranfenicol 9%. Os germes apresentaram resistência menor aos antibióticos mais novos de 2% para a ciprofloxacina, oxacilina, rifampicina e a cefepime. O estafilococo coagulase negativo, considerado flora normal, também mostrou resistência elevada.

 

 


Palavras-chave


Flora bacteriana nasal; Staphylococcus aureus; Gram negativo; médicos residentes.

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DOI: http://dx.doi.org/10.5433/1679-0367.2002v23n1p3

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