Avaliação da resistência de união interfacial entre diferentes cimentos de ionômero de vidro e resina composta, usando três sistemas adesivos

Fátima Cristina de Sá, Guilherme Augusto de Barros Nolasco, Jorge Augusto César, Raul Santos de Sá, Patrícia Dias

Resumo


Foi avaliada, in vitro, a resistência de união, por tração, entre uma Resina Composta micro-híbrida (Filtek Z-250) e seis Cimentos de Ionômero de Vidro (CIV) convencionais: três utilizados para base/forramento (Bioglass F, Vidrion F e Glass Ionomer Lining Cement) e três para restauração (Ketac Fil, Vidrion R e Glass Ionomer Cement type II), sem e com condicionamento ácido ortofosfórico a 37%, usando três sistemas adesivos (Single Bond, Bond 1 e Stae). Foram confeccionados 36 grupos de 10 corpos-de-prova cada, totalizando 360 espécimes. Para análise estatística, foi utilizado o teste de Tukey-Kramer. Dentre os três CIV de base/forramento, os grupos 2 e 5 (Bioglass F) apresentaram valores mais altos de adesividade à resina (7,24 e 6,03 MPa) respectivamente. Quanto aos três CIV de restauração, todos apresentaram maior resistência de união, superior aos de base/forramento, sendo que o Glass Ionomer Cement type II (Grupo 31) e Vidrion R apresentaram maior força de adesão (9,65 e 7,47 MPa) à resina composta. O grupo 16 (Glass Ionomer L.C.) mostrou menor adesividade à resina (2,72 MPa). Houve diferenças significantes entre os 36 grupos experimentais. Conclui-se que o condicionamento ácido é dispensável tanto para os CIV de base/restauração como para os CIV de restauração.

 


Palavras-chave


Resina Composta; Sistemas Adesivos; Cimento de Ionômero de Vidro; Resistência à tração.

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DOI: http://dx.doi.org/10.5433/1679-0367.2005v26n1p47

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