Origens do(s) sexo(s) e a rainha dos problemas da biologia evolutiva

Ricardo Francisco Waizbort, Carolina Nascimento Spiegel, Filipe Cavalcanti da Silva Porto

Resumo


A reprodução sexuada já foi considerada universal, e posteriormente, a forma mais perfeita de reprodução. Todavia, a partir de meados do século XIX, pesquisas no nível celular colocaram em xeque a ideia de que tipos de reprodução assexuadas fossem primitivos ou inferiores. Ao longo do século XX, e adentrando no XXI, hipóteses foram levantadas para explicar as vantagens da reprodução sexuada sobre a assexuada assim como o que permitiria a reprodução sexuada se manter quando seria mais vantajoso se reproduzir de forma assexuada. A mais importante e conhecida é a hipótese da Rainha Vermelha. Paralelamente, vários trabalhos procuraram entrever as pressões ecológicas que permitiram e favoreceram o aparecimento da reprodução sexuada em um cenário situado há cerca de dois bilhões de anos. O objetivo desse trabalho é revisar respostas históricas que marcaram o estudo da origem, da evolução e da manutenção da reprodução sexuada, identificando algumas das principais questões que a comunidade científica elaborou nos últimos duzentos anos.

Palavras-chave


História da Biologia; Reprodução sexuada;Meiose; Anisogamia; Hipótese da rainha vermelha

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DOI: http://dx.doi.org/10.5433/1679-0367.2018v39n2p171

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