Uso de preservativos por alunos de cursos de saúde em uma Universidade pública

Renato da Costa Teixeira, Ellen do Socorro Cruz de Maria, Fernanda Jardim da Silva, Katia Simone Kietzer, Erica Feio Carneiro Nunes, Fabiana do Socorro da Silva Dias Andrade, José Wagner Cavalcante Muniz

Resumo


As infecções pelo Vírus da Imunodeficiência Humana atingem índices alarmantes no mundo, principalmente em jovens, uma vez que o uso de preservativo é menor entre os jovens. O objetivo desse estudo foi avaliar a principal fonte de orientação sobre o uso de preservativos entre estudantes dos cursos de saúde da Universidade do Estado do Pará, sua frequência de uso e as razões do não uso. Trata-se de um estudo transversal, prospectivo e descritivo que incluiu estudantes matriculados em cursos de graduação em saúde usando um questionário on-line. Participaram 86 alunos que responderam à chamada. O tema sexualidade foi considerado fechado na família. A universidade foi apontada como a principal fonte de informação referente ao tema. A maioria afirmou ter utilizado o preservativo na última relação e sempre se previne, no entanto confessaram já ter deixado de utilizar em algum momento por descuido, confiança no parceiro ou não querer usar. Conclui-se que os participantes fazem uso do método de forma irregular, mesmo referindo terem elevado conhecimento sobre a questão. Apesar de serem futuros multiplicadores de informações, os alunos pesquisados demonstraram não fazer na prática aquilo que irão ensinar a seus futuros pacientes.

Palavras-chave


Ensino superior; Sexualidade; Educação em saúde.

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DOI: http://dx.doi.org/10.5433/1679-0367.2018v39n1p85

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