Efeito antinociceptivo da própolis oriunda de duas vegetações distintas

Emanuelle Karine Frota Batista, Hebelys Ibiapina da Trindade, Maria do Carmo de Souza Batista

Resumo


O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito antinociceptivo da própolis, comparando soluções elaboradas a partir da própolis obtida do apiário do Centro de Ciências Agrárias (CCA) da Universidade Federal do Piauí, com o extrato oriundo do Laboratório Apis Flora. Foram utilizados 48 camundongos, divididos em seis grupos que foram tratados com solução hidroetanólica (veículo, 20mL/Kg, v.o.), dipirona (controle positivo, 50mL/Kg, v.o.), solução de própolis a 10% (obtida do CCA e Apis Flora, 20mL/Kg, v.o.) e solução de própolis a 20% (obtida do CCA e Apis Flora, 20mL/Kg, v.o.). O estimulo nociceptivo foi induzido por meio da administração intraperitoneal (i.p.) de ácido acético a 0,6%, 20 minutos após a administração de cada tratamento. Realizou-se a contagem do numero de contorções abdominais por um período de 20 minutos, e calculou-se o percentual de inibição da sensação dolorosa proporcionado por cada tratamento. Os resultados mostraram que o grupo controle, tratados com solução hidroetanólica, diferiu significativamente de todos os demais, e que os tratados com a solução de própolis a 10% e 20%, de ambas as origens, não diferem significativamente entre si e nem do controle positivo, demonstrando possuir efeito antinociceptivo semelhante.

Palavras-chave


Dor; Própolis; Antinocicepção.

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DOI: http://dx.doi.org/10.5433/1679-0367.2015v36n1p23

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