Identificação de anticorpos anti-eritrocitários de baixa frequência em paciente politransfundida com beta-talassemia: relato de caso

Ana Rúbia Magalhães Ferreira, Priscila Ruzzon Nomura, Juliana Buck Dias, Fernanda Dias Figueira, Maria Emília Favero, Danielle Venturini

Resumo


A taxa de aloimunização eritrocitária em pacientes politransfundidos pode atingir 50%, entretanto a frequência de anticorpos clinicamente relevantes em pacientes transfundidos não é perfeitamente conhecida, estimando-se que cerca de 1% dos pacientes são sensibilizados a cada unidade de hemácias transfundidas. O objetivo deste trabalho é relatar o caso de uma paciente de 11 anos de idade, portadora de ?–talassemia major, politransfundida, na qual foi detectada, em protocolo pré-transfusional, a presença de dois anticorpos anti-eritrocitários raros: anti-Colton b (anti-Cob) e anti-Lutheran 14 (anti-Lu14).  Para o levantamento do histórico clínico-laboratorial da paciente, foi realizada pesquisa de prontuário arquivado no sistema de arquivos de um hospital-escola no qual a paciente é acompanhada. A fenotipagem eritrocitária em pacientes politransfudidos é essencial para minimizar os riscos de complicações devido à aloimunização e estimar a disponibilidade de sangue compatível. Assim, o relato do presente caso poderá contribuir para ampliar os conhecimentos sobre a real taxa de frequência de anticorpos anti-eritrocitários raros em paciente talassêmico.


Palavras-chave


Beta-talassemia; Aloimunização; Anticorpos raros; Anti-Colton b; .Anti-Lutheran 14.

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DOI: http://dx.doi.org/10.5433/1679-0367.2015v36n1Suplp325

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