Vivência de mães de prematuros no processo de translactação

Natália Eirão Zulin, Mauren Teresa Grubisich Mendes Tacla, Sarah Nancy Deggau Hegeto de Souza, Ariane Thaise Alves Monteiro, Rosângela Aparecida Pimenta Ferrari

Resumo


Objetivou-se compreender o significado que as mães de prematuros atribuíram à sua vivência com a utilização da técnica da translactação. Estudo de abordagem qualitativa, que entrevistou cinco mães de prematuros com menos de 32 semanas de gestação e/ou menos de 1.500 gramas, seis meses após alta hospitalar, no período de coleta de julho a setembro de 2011. Essas mães participaram do projeto integrado “Uma rede de apoio à família prematura”. Critérios de inclusão: mães de recém-nascidos prematuros internados na unidade neonatal; utilização da translactação para o aleitamento materno de seu bebê durante hospitalização, alta hospitalar do bebê há no mínimo seis meses no momento da coleta de dados e participação no projeto. Quanto aos critérios de exclusão foram: não residir no município de Londrina e possuir menos de 18 anos. Duas categorias emergiram: Leite materno ao prematuro: essencial para o desenvolvimento e crescimento saudável e Translactação como recurso para sucesso na amamentação. O método de análise utilizado foi a temática proposto por Bardin. A translactação mostrou-se uma boa estratégia para promoção do aleitamento materno do prematuro. É necessário um serviço de saúde preparado com apoio multiprofissional e interdisciplinar para o manejo e incentivo do aleitamento materno durante a internação na unidade de cuidados neonatais.

Palavras-chave


Aleitamento materno; Prematuro; Métodos de alimentação; Recém-nascido de muito baixo peso.

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DOI: http://dx.doi.org/10.5433/1679-0367.2015v36n1Suplp363

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