A família e o familiar cuidador de pacientes fora de possibilidades terapêuticas: uma revisão integrativa

Juliana Fiorim da Encarnação, Adriano Luiz da Costa Farinasso

Resumo


O presente artigo objetiva identificar o impacto das repercussões emocionais diante da impossibilidade terapêutica, relatando os sentimentos e o processo de luto vivenciados pelo núcleo familiar, considerando as publicações latino-americanas existentes sobre o assunto. Trata-se de uma pesquisa integrativa de literatura realizada mediante a busca de artigos existentes nas bases de dados da Biblioteca Virtual em Saúde – LILACS e SciELO. Contemplaram-se artigos datados de 2003 à 2013 que abordavam as palavras-chave: família, cuidados paliativos, terminalidade e aspectos psicológicos. Foram analisadas 21 publicações existentes que demonstraram que, quando um dos indivíduos encontrara-se com uma doença fora de possibilidades terapêuticas, a necessidade de reorganização familiar fica evidente e, diante a uma enfermidade terminal, muitas vezes, um cuidador familiar se torna responsável pelo paciente, sofrendo impactos inerentes ao cuidar. Nestas condições, a família e o cuidador reagem, sofrem, enfrentam situações que afetam as suas vidas nos aspectos pessoais, emocionais, sociais e financeiros. Esses resultados enfatizam a importância da equipe de saúde voltar sua atenção aos familiares para que este período ocasione o menor número de prejuízos possíveis.

Palavras-chave


Família; Cuidados paliativos; Cuidado terminal; Estresse psicológico.

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DOI: http://dx.doi.org/10.5433/1679-0367.2014v35n1p137

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