A RCS-Alegre como mercado solidário para os agricultores familiares

Lucas Motte Valente, Haloysio Mechelli de Siqueira, Micheli Mendonça de Arruda, Erica Rodrigues Munaro Gabrig Turbay

Resumo


Este artigo apresenta a experiência da Rede de Comercialização Solidária de Alegre-ES (RCS-Alegre) e analisa os seus potenciais, limites e desafios, como um mercado construído socialmente. A RCS-Alegre nasceu em 2015 para proporcionar a relação direta entre agricultores familiares e consumidores que preferem alimentos sem agrotóxicos ou produzidos em agroindústrias familiares, funcionando com um sistema de compra-venda por encomenda semanal, via internet. Entre os desafios, se destacam: autogestão dos agricultores; adoção de mais práticas agroecológicas na produção; ampliação da oferta de alimentos in natura e melhoria da qualidade dos processados. Concluiu-se que a venda direta na RCS-Alegre, em comparação com a Ceasa-Sul, é mais vantajosa e vem contribuindo para reverter o quadro de injusta transferência de renda dos agricultores para os atravessadores comerciais. Mas, não se descarta a hipótese do mercado da RCS não ser adequado para a realidade local, o que explicaria, em parte, o seu baixo crescimento.

 

 


Palavras-chave


Economia solidária; Comercialização; Agricultura familiar; Organização social.

Texto completo:

PDF


DOI: http://dx.doi.org/10.5433/2318-9223.2019v7n2p114

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


ESTÁ COM FLUXO CONTÍNUO DE CHAMADA DE TRABALHOS: O(S) AUTOR(ES) PODE(M) SUBMETER SEU(S) ESTUDO(S) A QUALQUER TEMPO.

ISSN: 2318-9223


QUALIS-CAPES: B5 - ADMINISTRAÇÃO, CONTÁBEIS E TURISMO

Indicadores e diretórios: