Tabagismo e força muscular respiratória em adultos
Resumo
Introdução: o tabagismo é reconhecido como uma doença causada pela dependência à nicotina, podendo
apresentar repercussões deletérias na função muscular respiratória. Objetivo: verificar se existe associação
entre tabagismo e força muscular respiratória. Método: estudo transversal, com amostra formada por
indivíduos tabagistas e não tabagistas com idade superior a 18 anos e moradores de comunidade de baixa
renda. Todos responderam ao questionário internacional de atividade física (IPAQ); os tabagistas responderam
ao questionário de Fargestrom que determina o nível de dependência ao fumo. Na avaliação foram avaliados:
frequência cardíaca (FC), pressão arterial sistólica (PAS) e diastólica (PAD), pressão inspiratória máxima
(PIMáx) e pressão expiratória máxima (PEMáx). Resultados: participaram 78 indivíduos (43 tabagistas e 35
não tabagistas). A média da PIMáx entre fumantes foi menor do que nos não fumantes (-88,1±23,4 cmH2O
vs -97,8±23,4cmH2O), porém sem significância estatística (p=0,07). Quando comparados os valores de
PIMáx entre tabagistas e não tabagistas associado ao nível de atividade física, indivíduos não tabagistas ativos
tiveram maior PIMáx do que os ativos fumantes (-96,4±24,1 cmH2O vs -83,6±19,9 cmH2O; p=0,05). Não
foram encontradas diferenças entre PEMáx em indivíduos tabagistas ou não. Houve tendência decrescente
dos valores de PIMáx e PEMáx, quanto maior a dependência à nicotina (leve -93,4 ± 22,1 cmH2O vs -90,4 ±
24,3 cmH2O moderado versus -77,3 ± 22,8 cmH2O grave; p=0,16). Conclusões: a PIMáx tendeu a menores
valores entre os tabagistas e quando associada com nível de atividade física, a PIMáx foi maior entre os não
tabagistas mais ativos na amostra.
apresentar repercussões deletérias na função muscular respiratória. Objetivo: verificar se existe associação
entre tabagismo e força muscular respiratória. Método: estudo transversal, com amostra formada por
indivíduos tabagistas e não tabagistas com idade superior a 18 anos e moradores de comunidade de baixa
renda. Todos responderam ao questionário internacional de atividade física (IPAQ); os tabagistas responderam
ao questionário de Fargestrom que determina o nível de dependência ao fumo. Na avaliação foram avaliados:
frequência cardíaca (FC), pressão arterial sistólica (PAS) e diastólica (PAD), pressão inspiratória máxima
(PIMáx) e pressão expiratória máxima (PEMáx). Resultados: participaram 78 indivíduos (43 tabagistas e 35
não tabagistas). A média da PIMáx entre fumantes foi menor do que nos não fumantes (-88,1±23,4 cmH2O
vs -97,8±23,4cmH2O), porém sem significância estatística (p=0,07). Quando comparados os valores de
PIMáx entre tabagistas e não tabagistas associado ao nível de atividade física, indivíduos não tabagistas ativos
tiveram maior PIMáx do que os ativos fumantes (-96,4±24,1 cmH2O vs -83,6±19,9 cmH2O; p=0,05). Não
foram encontradas diferenças entre PEMáx em indivíduos tabagistas ou não. Houve tendência decrescente
dos valores de PIMáx e PEMáx, quanto maior a dependência à nicotina (leve -93,4 ± 22,1 cmH2O vs -90,4 ±
24,3 cmH2O moderado versus -77,3 ± 22,8 cmH2O grave; p=0,16). Conclusões: a PIMáx tendeu a menores
valores entre os tabagistas e quando associada com nível de atividade física, a PIMáx foi maior entre os não
tabagistas mais ativos na amostra.
ASSOBRAFIR Ciência
Email: assobrafirciencia@uel.br
EISSN: 2177-9333