Estilo gráfico Monocrest em identidades visuais: uma análise da coerência entre a identidade visual e a imagem da marca

Kammiri Corinaldesi Aros, Ricardo Goulart Tredezini Straioto, Luiz Fernando Gonçalves de Figueiredo, Richard Perassi Luiz de Sousa

Resumo


 Em nossa relação com os objetos em uma cultura de consumo, não consumimos objetos mas sim a própria relação. A marca, enquanto representação da ideia desta relação, que de fato é consumida e renovada na materialidade que os objetos lhe ofertam. Além de um discurso sobre o objeto, as marcas tornam-se elas próprias objeto de consumo. No contexto do design de marcas gráficas, a diversificação de estilos e tendências na criação de identidades visuais reflete a variedade de posicionamentos que nossa cultura de diferenciação simbólica produz. Cada um destes estilos produz códigos visuais que buscam representar um discurso, ou mensagem a ser comunicada a um determinado público. Com base em um relatório da análise de mais de 24.000 identidades visuais, o site Logo Lounge categorizou 14 estilos que foram tendência no ano de 2014. Dentre eles está o estilo Mono Crest.  O objetivo deste artigo é identificar nas características visuais deste estilo gráfico a lógica do seu código visual, para em seguida explanar sobre sua utilização na identidade visual de uma marca.


Palavras-chave


Marca, Identidade Visual, Linguagem Visual, Estilo Mono crest

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DOI: http://dx.doi.org/10.5433/2236-2207.2015v6n2p54

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