As representações da violência nos episódios estudantis de 1968

Maria Ribeiro do Valle

Resumo


O presente artigo trata dos principais acontecimentos que envolvem o Movimento Estudantil durante o ano de 1968 no Brasil, criando uma rede que reúne seus interlocutores – o governo, a imprensa, a população – em um “diálogo” conturbado. Ele se divide em quatro momentos fundamentais: a morte de Edson Luís (28/03/68) como o marco para a passagem do movimento estudantil ao enfrentamento; a sexta-feira sangrenta (em 21/06/68) e a passeata dos cem mil (em 26/06/68); a guerra da Maria Antônia (em 02/10/68); e o 30º Congresso da UNE, que tem início em 11/10/68. O fio condutor para a análise destes episódios são as diversas representações da violência que aí emergem.


Palavras-chave


Movimento Estudantil; Ditadura Militar – 1968; Violência. Imprensa.

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DOI: http://dx.doi.org/10.5433/2176-6665.2008v13n1%2F2p34

Mediações - Revista de Ciências Sociais

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ISSN: 1414-0543

EISSN: 2176-6665

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