Patentes Farmacêuticas e direito à saúde
Resumo
O presente trabalho tem por objetivo a análise do instituto das patentes de segundo uso médico, não expressamente regulamentado na ordem jurídica brasileira. Nesta tarefa, valer-se-á do marco teórico da Teoria do Direito como Integridade. Por meio da análise dos princípios morais e políticos que subjazem e legitimam a concessão do direito à patente, verifica-se a adequação das patentes de segundo uso médico. Metodologicamente, essa interpretação do sistema de atribuição de direitos à patente revela uma reconstrução crítica da relação entre incentivo à inovação e acesso a medicamentos.
Palavras-chave
Direito como Integridade; Comunidade Personificada; Patentes Farmacêuticas; Segundo Uso de Medicamentos
Scientia Iuris
ISSN (eletrônico) 2178-8189
ISSN (impresso) 1415-6490
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