Oralidade e a Ética na Mediação da Literatura

Sueli Bortolin, Oswaldo Francisco Almeida Junior

Resumo


Introdução: O presente trabalho aborda as duas oralidades, a Ancestral e a Nova Oralidade. A primeira é aquela produzida presencialmente, por meio da voz viva e que está presente diariamente na vida em sociedade. A segunda, também presente na vida diária, diferencia-se da primeira por ser mediatizada, isto é, construída e disseminada por uma tecnologia. Trata-se de um trabalho teórico que tem como respaldo autores da área de Ciência da Informação, Artes e Letras.

Objetivo: Provocar reflexões nos profissionais da informação quanto a importância da utilização dessas oralidades no cotidiano de diferentes espaços, seja ele, informacional, cultural, educacional, empresarial ou de pesquisa.

Metodologia: Escolheu-se o método bibliográfico para essa investigação.

Conclusões: Conclui-se que há um movimento, embora tímido, em múltiplos espaços propondo narrativas orais para diversificadas faixa etárias. Há também a inclusão e disseminação de vozes nas redes de computadores, possibilitando um aglutinamento social e cultural.


Palavras-chave


Oralidade; Mediação da literatura; Ética profissional

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DOI: http://dx.doi.org/10.5433/1981-8920.2014v19n2p171

  

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ISSN: 1981-8920 (versão somente online)

DOI: 10.5433/1981-8920

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