Formação do acervo da academia imperial de belas artes e o papel das comissões de professores

Rosani Godoy, Icléia Thiesen

Resumo


Introdução: O artigo objetiva demonstrar os processos de formação do acervo da Biblioteca da Academia Imperial de Belas Artes (AIBA), analisando a forma como eram realizadas as aquisições e as providências tomadas, caracterizando o que hoje chamaríamos de “política de aquisição de acervo”, pelos dirigentes da AIBA. 

Objetivo: Evidenciar o papel das Comissões de Professores no processo de seleção do acervo.

Metodologia: Centrada na leitura, análise de conteúdo e interpretação de fontes primárias, como ofícios e Relatórios Anuais, datados de 1832 a 1888, enviados pelos dirigentes da AIBA ao Ministro da Educação e Instrução Publica, documentos históricos do arquivo do Museu D. João VI, entre outros.

Resultados: Revelam práticas biblioteconômicas sendo realizadas na Biblioteca da AIBA desde o início do século XIX, como a existência de Comissões de Professores que realizavam pareceres sobre as obras a serem incorporadas ao acervo durante o processo de seleção.

Conclusões: A “Política de aquisição”, ao que tudo indica, foi bem-sucedida por ter a AIBA investido na aquisição e no incentivo à doação de obras de interesse à formação do artista e ter como selecionadores diretores e secretários, com o apoio de uma Comissão de Professores, formando artistas de renome que representaram a Arte no país.

Texto completo:

PDF


DOI: http://dx.doi.org/10.5433/2317-4390.2015v4n2p20

Apontamentos

  • Não há apontamentos.




Inf. Prof.

Londrina/PR - Brasil
ISSN: 2317-4390 (versão online)

DOI: 10.5433/2317-4390

infoprof@uel.br

 


 
Esta obra está licenciada com uma licença Creative Commons Atribuição-Não comercial 4.0 Internacional.