Ensino de história e sensibilidade: o ver, o ouvir e o imaginar nas aulas de História

Azemar dos Santos Soares Júnior

Resumo


Esse artigo tem por objetivo pensar a aula de História do ensino básico a partir das sensibilidades, daquilo que nos passa, que nos toca, que nos forma a partir daquilo que sentimos. Um debate que gira em torno do “fazer sentido” da História para os alunos. Metodologicamente, utilizo relatos de experiência docente para problematizar as sensibilidades nas aulas de História. Dessa forma, os conceitos de sensibilidade e experiência, postulados respectivamente por Sandra Pesavento (2007) e Jorge Larossa (2016) são importantes para pensar um Ensino de História liberto da malha asfixiante do modelo tradicional de ensino. Conclui-se que faz-se cada vez mais necessário a utilização de modelos de ensino capazes de permitir formar cidadãos através da sensibilidade, da criatividade, do ver, do ouvir e imaginar. Alunos comprometidos com sua realidade social, que assumem sua identidade e respeita a alteridade.

 


Palavras-chave


Ensino de História, sensibilidade, experiência, criatividade.

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DOI: http://dx.doi.org/10.5433/2238-3018.2019v25n2p167

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