Onde estão os homens livres?

Francisco Máuri de Carvalho Freitas

Resumo


Para o marxismo é fundamental e indispensável começar pelo concreto. Pensar a educação burguesa ou a escola capitalista como vetor hegemonicamente voltado à afirmação da teoria e da prática revolucionárias é pensar de forma infantil a política maior de um país. Ao utilizarmos o marxismo na educação para superar os estreitos limites da educação formal burguesa é preciso trabalhar segundo os interesses da classe operária, fautora da libertação de toda a sociedade. É a revolução e não a crítica o fundamento da transformação social e da reforma pedagógica. Reforma ou Revolução!

Palavras-chave


Classe operária, educação, reforma, revolução

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Germinal: Marxismo e Educação em Debate

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ISSN 2175-5604