Versos e parangolés: A poesia marginal, de Aroldo Pereira

Ivana Ferrante Rebello

Resumo


Este artigo propõe uma leitura da Parangolivro, de Aroldo Pereira. Dialogando com várias artes e inspirado por Hélio Oiticica, criador de “parangolés”, Pereira propõe uma poesia inquieta, atrevida, uma poesia não apenas para ser lida, mas para ser sentida e vestida. A impureza da palavra poética, em diferentes sentidos, promove, na sua poesia, uma forma de marginalização.


Palavras-chave


Parangolivro; Poesia marginal; Aroldo Pereira.

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Referências


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