A negação do mundo: a palavra proibida

João Luiz Peçanha Couto

Resumo


O presente artigo pretende, por meio da análise do ensaio A literatura e o direito à morte, de Maurice Blanchot, investigar a palavra e a linguagem literárias como súmulas da negação do real e da vida, e da afirmação da morte e do embate como sentidos da literatura, na direção contrária da postulada pelos defensores da representação como único mote para o exercício literário.

 


Palavras-chave


Morte; Narrativa; Palavra literária.

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Referências


BLANCHOT, Maurice. A parte do fogo. Trad. Ana Maria Scherer. Rio de Janeiro: Rocco, 1997.

HILL, Leslie. Blanchot: extreme contemporary. London: Routledge, 1997.

SCHØLLHAMMER, Karl Erik. Ficção brasileira contemporânea. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2009.

VASCONCELOS, Mauricio Salles de. Blanchot, paradoxo plural. Caligrama. Revista de Estudos Românicos. Belo Horizonte: UFMG, 2002, pp. 143-155


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