Nothing is black and white in South Africa: power and roles in Nadine Gordimer's Julys's People and J. M. Coetzee's Disgrace

Luiz Gustavo Leitão Vieira

Resumo


O artigo a seguir é uma comparação entre dois romances escritos por sulafricanos vencedores do prêmio Nobel. Aparentemente, O Pessoal de July, de Nadine Gordimer, e Desonra, de J. M. Coetzee, têm pouco em comum: o primeiro foi publicado em 1981, durante o Apartheid, e o segundo em 1999, após as primeiras eleições gerais do país; o primeiro conta a história de uma família que foge de sua casa em busca de segurança durante uma fictícia insurreição da população negra; o segundo narra a trajetória de um professor universitário. No entanto, argumento que, ao analisar seus protagonistas, os romances iluminam as relações de poder entre negros e brancos na África do Sul e a violência oriunda destas interações.


Palavras-chave


Apartheid; Gordimer; Coetzee.

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Referências


COETZEE, J. M. Disgrace. New York: Penguin Books, 2000.

GORDIMER, Nadine. July’s People. New York: Penguin Books, 1982.

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NEWMAN, Paul. Disgrace, Benang and the Search for Benvolence. Journal of Australian Studies. n. 85, 2005.


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