Atitudes linguísticas em relação ao falante não-nativo nos Estados Unidos

Fábio Henrique Rosa Senefonte

Resumo


A relação intrínseca entre língua e sociedade apresenta uma grande influência em como os falantes nativos da língua inglesa avaliam os não-nativos. Tal avaliação pode ocasionar discriminação, preconceito linguístico, entre outros fatores de exclusão (BAGNO, 2007; CAMACHO, 2001; CALVET, 2002; GNERRE, 1985). À luz dessa perspectiva, a presente pesquisa bibliográfica objetiva investigar que falante não-nativo (nacionalidade/raça) tende a ser mais julgado nos Estados Unidos. Para tais finalidades, uma revisão da literatura foi conduzida e 11 estudos, dentro da temática em questão, foram selecionados. Diante disso, os dados foram contrastados pelo método da meta-análise. Os resultados mostram que a maioria dos estudos ilustra uma atitude negativa em relação aos falantes não-nativos (mais especificamente ao sotaque). Em complemento, negros e hispânicos são mais julgados por questões sociais ao passo que os asiáticos por questões linguísticas.

Palavras-chave


Sotaque estrangeiro. Atitudes Linguísticas. Fatores sociais. Minorias étnicas e raciais

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DOI: http://dx.doi.org/10.5433/1519-5392.2016v16n1p99



Revista Entretextos

Pós-Graduação em Estudos da Linguagem

Universidade Estadual de Londrina

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