Chevrolet e público feminino: a hibridização na propaganda

Lolyane Cristina Guerreiro de Oliveira

Resumo


Este trabalho realiza um estudo a respeito da hibridização encontrada quando o gênero propaganda é revestido no gênero reportagem. Confirmando o caráter persuasivo-ideológico da propaganda, verificamos, nesta linguagem, um vasto campo de estudo para a argumentação, primordialmente, quando identificamos a apropriação de um gênero, com sua linguagem específica, suas características, seus arranjos, em outro. O procedimento metodológico incorpora guias de macro e microanálise enunciadas por Bonini (2003) ao estudo da argumentatividade expressa pelas palavras, com a qual se veicula a ideologia, responsável pela propagação de valores aceitos por determinada comunidade. Dessa forma, comprovamos a afirmação do linguista francês Oswald Ducrot, segundo a qual a argumentatividade está inscrita na própria língua, dependendo, sobretudo, do texto utilizado pelo produtor e com qual finalidade ele o utiliza, ao priorizar a interação.

Palavras-chave


Hibridização. Argumentatividade. Propaganda.

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DOI: http://dx.doi.org/10.5433/1519-5392.2013v13n1p



Revista Entretextos

Pós-Graduação em Estudos da Linguagem

Universidade Estadual de Londrina

Londrina - PR

ISSN: 1519-5392

 

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