O professor do ensino médio em tempos de reforma: aspectos da formação inicial

Gilvan Luiz Machado Costa, Edna Natoria Felisbino Ghizzo

Resumo


Este artigo tem como objetivo conhecer os entraves, desafios e possibilidades à formação inicial dos professores dos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Adotamos como metodologia de pesquisa a abordagem dialética, ao considerar que os aspectos quantitativos não devem se distanciar da análise qualitativa da pesquisa. Com relação aos procedimentos, foram extraídos dados quantitativos, sobretudo dos microdados do Censo Escolar de 2016. Por meio da análise, podemos inferir que a formação inicial dos professores catarinenses e gaúchos pesquisados mostrou-se inadequada. Constatamos disparidades estaduais em relação às proposições do Plano Nacional de Educação (2014-2024), ao mesmo tempo em que evidenciamos que ambos os estados se distanciam das metas nele propostas. O estudo sugere que as mudanças necessárias no Ensino Médio não estão condicionadas à flexibilização curricular proposta na Lei 13.415/2017. Reivindicam, sobretudo, a transformação da docência em uma profissão socialmente atraente, dimensão esta subestimada nas discussões do tempo presente pelos defensores da reforma.

Palavras-chave


Política Educacional; Ensino Médio; Formação Inicial.

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DOI: http://dx.doi.org/10.5433/1984-7939.2018v3n1p51

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