De braços abertos num cartão postal? Duas favelas da zona sul carioca na "era das remoções" pelas lentes do Correio da Manhã

Mauro Henrique de Barros Amoroso

Resumo


Este artigo analisa representações sociais sobre favelas do Rio de Janeiro, principalmente Ilha das Dragas e Praia do Pinto, na cobertura jornalística do "Correio da Manhã", ao longo da década de 60. Dentro desse contexto, a percepção social das favelas veiculadas pelo periódico através da linguagem da fotografia de mídia remete a noções de fragilidade, com fortes associações do elemento humano com a precariedade dessas áreas de habitação. Esse tipo de construção deve ser focada sob a luz do viés ideológico intrínseco à atividade jornalística, inclusive em sua ertente visual, enquanto importante meio de transmissão de visões de mundo e juízos de valor de setores específicos da sociedade.

Palavras-chave


favelas; fotografia; "Correio da Manhã"/

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DOI: http://dx.doi.org/10.5433/2237-9126.2009v3n5p95

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E-ISSN: 2237-9126