A cidade como espaço de produção: um breve olhar sobre a obra de Tom Lisboa

Luciane Ruschel Nascimento Garcez

Resumo


Como pensar uma cidade contemporânea, cada vez mais multicultural, tendo a arte como localizador? O que é o espaço contemporâneo local globalizado? Como definir a localidade em cidades cada vez mais multinacionalizadas? Este espaço é um atlas desenhado por entrelaçamentos, conexões, fluxos e justaposições? A cidade é uma tessitura que liga lugares/situações vizinhas, espaço de culturas múltiplas que convivem entre si. E arte assim as desvela. Interrogando saberes e problematizando o lugar como espaço que permeia a arte e se faz palco a ela, conclui-se que sim, o artista pode ajudar a problematizar o lugar contemporâneo, assim como o pesquisador que está refletindo sobre a questão interroga os saberes instituídos trazendo novos olhares a uma situação que se modifica em velocidade vertiginosa: a cidade. Partindo destas questões, pretende-se neste artigo analisar o trabalho Polaroides (In)visíveis de Tom Lisboa com suas especificidades e intervenções.


Palavras-chave


Cidade; Arte; Tom Lisboa

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DOI: http://dx.doi.org/10.5433/2237-9126.2013v7n13p100

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E-ISSN: 2237-9126