Fotografias de conflitos: o que permanece?
Resumo
Imagens da dor e da guerra são publicadas constantemente pelos veículos de comunicação, acabando por gerar uma verdadeira “iconografia do sofrimento”. Este artigo propõe a discussão sobre outros formatos de linguagem fotográfica que se diferenciem da produção midiática habitual de conflitos e que estejam relacionados à concepção benjaminiana da lógica do vestígio. Quais as possibilidades de alargamento da linguagem fotográfica voltada para a representação da guerra? O livro Fait, de Sophie Ristelhueber (2009), é tomado para exemplificar como a fotografia pode provocar novas tensões.
Palavras-chave
Fotografia; Conflito; Vestígio; Sophie Ristelhueber
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