Fotografias de conflitos: o que permanece?

Kátia Hallak Lombardi

Resumo


Imagens da dor e da guerra são publicadas constantemente pelos veículos de comunicação, acabando por gerar uma verdadeira “iconografia do sofrimento”. Este artigo propõe a discussão sobre outros formatos de linguagem fotográfica que se diferenciem da produção midiática habitual de conflitos e que estejam relacionados à concepção benjaminiana da lógica do vestígio. Quais as possibilidades de alargamento da linguagem fotográfica voltada para a representação da guerra? O livro Fait, de Sophie Ristelhueber (2009), é tomado para exemplificar como a fotografia pode provocar novas tensões.


Palavras-chave


Análise Fotográfica. Fotografia de Guerra. Sophie Ristelhueber - Fotógrafo.

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DOI: http://dx.doi.org/10.5433/1984-7939.2011v7n11p13



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DOI: 10.5433/1984-7939

EISSN: 1984-7939

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